Self image 2016

Self image: one’s concept of oneself

Gostaria que isso tivesse saído lá em janeiro, mas não foi. Nem importa tanto, porque também não fui. Completei 32 anos de vida há dois meses, voltei da realização do meu maior sonho há nove meses só para me ver nos vários pedacinhos em que me quebrei há mais de três anos e não saber o que fazer para me reconstruir. Continuo com dificuldade em estabelecer metas e agir, a diferença é que agora aceitei que não sou uma pessoa de meta. Tenho metas. Várias. Sou perdida mesmo, não me encaixo nesse modo de vida que a sociedade insiste em dizer ser o certo, o mercado de trabalho me causa ataques agudos de ansiedade e só sei cantar que society, you’re a crazy breed, I hope you’re not angry if I disagree, I hope you’re not lonely without me. Virei uma manteiga derretida e me pego chorando com propagandas, textos, filmes e afins. Aliás, eu sempre choro quando assisto Mary Poppins. Todas as vezes. Agora mais do que quando era criança. E mais ainda depois de assistir Saving Mr. Banks – em português, Walt nos bastidores de Mary Poppins. Estou passando por uma fase de pico hormonal, tá tudo descaralhado, mas segundo análises médicas, nada fora do normal. Ao mesmo tempo, sei exatamente que caminho seguir, é aquele para onde meu coração aponta e canta. Só me falta ir.

Ps: termino essa autoanálise com esse vídeo da Harley Davidson, que é um desses que me fazem chorar. Assisti duas vezes mais cedo, e chorei nas duas. Arrepiante. Sinta daí.

A ideia do ‘Self image’ é do Eric Schneider.

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Self Image 2015

6 de janeiro de 2015

Self image: one’s concept of oneself

Eu era a imagem do que fui em várias vidas. Agora sou um reflexo delas. Estou a pouco menos de três meses de completar 31 anos e as únicas certezas que tenho são daquilo que não quero. Estou realizando o maior sonho de minha vida e ainda não sei direito pra onde ir. Também tenho dificuldades em estabelecer metas e agir. Não fui uma boa leitora nesses últimos dois anos, mas livros ainda me fascinam. Ainda sou capaz de perder completamente a noção do tempo em livrarias apenas olhando os títulos de livros e sair sem comprar nada, mas sentindo que li o mundo sem abrir uma página sequer. Aprendi a aceitar mais os outros, mas ainda não me abro como gostaria. Me tornei muito mais tolerante e decidi não deixar o lado negativo pesar mais. Ainda não vi neve. Nem consegui me libertar de todas as amarras. Castelos continuam sendo minha paixão e minha certeza de que já vivi nesse mundo; até agora só visitei um. Castelo, não mundo. Pode ser que esteja me apaixonando, há rumores e tremores. E continuo a me apaixonar todos os dias pelo céu de Dublin. Não sei pra onde ir, mas sei que estou quase onde devo estar. Seguindo em frente.

Vi a ideia no blog da Milena e resolvi fazer o mesmo 🙂
A ideia original é do Eric, no canal dele no YouTube.