(…)

Ainda que tenham puxado meu tapete enquanto eu desfilava pela vida e que eu tenha despencado de cara no chão, tomei uma decisão: não desistir do amor. Jamais. Um sentimento não tem culpa de ser. Quem tem culpa somos nós, seres humanos, que temos mania de distorcer o que é bom apenas para satisfazer nosso desejo sádico da dor. Mas depois da dor, queremos amor. Queremos paz. E sim, continuarei a acreditar no amor. Não por ele. Não por ninguém. Apenas por mim mesma.
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Autor: Carolda

Carolina. Canhota, 32, já vivi outras vidas em castelos.

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