sem título

Perdi as contas de quantas vezes escrevi e disse para mim mesma que não gostava de rotular sentimentos. Ou melhor, dar nomes a eles. Mas aí chega um dia em que você sente aquilo tudo, toda aquela paz, ele chega devagarinho, bem quentinho, confortante. E você se sente feliz.
Tão feliz que levanto e sento várias vezes, olho para o computador, para a televisão, para as paredes da minha casa, tudo é lindo. Tudo se encaixa. Mais cedo, enquanto preparava um miojo, me peguei abraçando meu próprio peito, apertando, não querendo que aquela leveza saísse daqui. É tão pura, tão leve, cabe direitinho aqui dentro, apesar de sair por todos os meus poros. Vocês aí de cima veem? Tem luz saindo daqui.
Não posso querer desistir. Isso não é opção.
A única opção, meu caro, é seguir os sussurros que saem do meu coração.
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Autor: Carolda

Carolina. Canhota, 32, já vivi outras vidas em castelos.

7 comentários em “sem título”

  1. Ia fazer exatamente o mesmo comentário que a Amanda, mas como ela já fez, não posso plagiar, então… s2

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