ensaio sobre a ociosidade

tenho sono, bastante sono, mas não quero dormir. não vou. nem quero.
então, vamos combinar: não vamos mais medir isso aí de gostar… a gente se gosta e isso já basta.
quem sabe assim eu pare de colocar os headphones e não ouvir nada, pular de página em página sem ler nada, ficar sem fazer nada. muita informação sempre me desorienta, porque quero fazer tudo sem fazer nada.
quem sabe assim eu escreva poeticamente sobre todas aquelas coisas lindas…
quem sabe assim eu consiga parar de escrever em minúsculas.

 

quem sabe assim eu vou ler e dormir.
quem sabe assim.

assim eu realmente faço.

não necessariamente nessa ordem.

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Autor: Carolda

Carolina. Canhota, 32, já vivi outras vidas em castelos.

2 comentários em “ensaio sobre a ociosidade”

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