Daquelas coisas que faltam

Há uns 3 dias que um dos fones do headphone resolveu pifar. E sabe, ouvir música aqui assim nem é tão legal… a acústica fica uma bosta. Riffs de guitarra se perdem… por mais que eu aumente o volume até o máximo, o tio Plant só grita de um lado do meu ouvido. E não adianta trocar pro outro lado depois, o lance é ouvir os gritinhos e gemidos dos dois lados ao mesmo tempo. E mais todos os riffs das guitarras e baixo. Eu não sei quanto à vocês, mas pra mim isso faz uma diferença absurda; às vezes até parece que a música foi regravada. E muito mal, diga-se de passagem.

Oi. Eu não vim aqui pra ficar reclamando do headphone. Não mesmo. Mas afinal de contas, o que falta e realmente importa? Rever você. Te sentir de perto. Meus planos de viagem e de reencontrar você nessas férias foram por água abaixo. Que chato. Muito chato. Grande parte desse big fail foi culpa minha, eu sei. Não precisa gritar.
Reproduzo aqui suas palavras daquele e-mail, sem sua permissão: “não foi, e é mais complicado que entrar ou sair, até porque eu, sendo assim, tendo sempre a sair, mesmo sem saber o que teria sido melhor.”
É, te conheço muito bem. Mas sabe, como eu já te disse, eu também tendo a sair. Eu posso até entrar, mas saio correndo o mais rápido possível, como se não houvesse amanhã. E então vem você. Tenho vontade de entrar e ficar. Até você se cansar de mim e me mandar ir dormir. Capeta. O problema todo é esse: não poder te ver. Te sentir de perto. Só pra ver como vou me sentir. Só pra sentir como tudo é real… e morrer. E então acordar com você e toda sua frieza, sua maneira de pouco sentir, me dizendo pra ir embora, que não é tão simples assim. Pois então deixemos a simplicidade de lado. Ela nunca me atraiu mesmo. Como eu também já disse, se você entrar e não gostar, pode sair logo. Ninguém vai morrer por isso, muito menos eu.
Falta você se importar menos com certas consequências. Mas principalmente, falta eu pensar menos e me jogar mais.

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Autor: Carolda

Carolina. Canhota, 32, já vivi outras vidas em castelos.

7 comentários em “Daquelas coisas que faltam”

  1. Gente, mas amar com a pessoa morando longe é ruim demais. Fica toda essa coisa de se.. se.. se… e daí ninguém sai do lugar. Dá não, amiga. Vai lá e tira o negócio a limpo, porque depois vai ficar mais um tempão sem ver.

    E ah.. eu odeio quando as minhas coisas param de funcionar. Ó-de-o mortal.

    Beijo.

  2. Já comprei um monte de fones, eles sempre estragam…
    E ne identifiquei um monte com o texto, pois sou muito assim, tendo sempre a dizer não, mesmo sem saber o final, penso milhões de vezes nas consequências antes de agir.
    Pra mim também falta pensar menos e me jogar mais!
    Beeijo!

  3. Fones pifam toda vida. Deveríamos ser indenizados.

    E eu quase consigo entender essa tua coisa toda de amar.

    Beijo, frô.

  4. Sabe, não vou mentir e dizer que sei o que você tá passando ou coisa assim. Nunca nem tive headphones que pifaram. Quero dizer, tive sim, mas eu não gostava deles desde o início então foi meio que um alívio quando eles pararam de funcionar.

  5. Já tive que trocar tantas vezes meu fone que perdi a conta … hahaha !
    Ah, já passei por essa coisa de distância. É muito ruim ! Sempre acontece alguma coisa que não da certo ;S Ainda bem que encontrei meu amor na mesma cidade que a minha, tá certo que a gente mora um pouquinho longe um do outro, mas a cidade é a mesma ! hahaha

    beijos ;*

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